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sábado, 21 de abril de 2012

COMO CONVERSAR COM DEUS

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O PAI NOSSO

Portanto, vós orareis assim:
Pai nosso que estás nos céus,
santificado seja o teu nome;
venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
o pão nosso de cada dia dá-nos hoje;
e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores;
e não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal
(pois teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém).
Mateus 6:9-13

1 - NÃO RECITAR, MAS ORAR

Eles já haviam estado em um barco certa vez, navegando num mar revolto, e tinham-no ouvido dizer com voz calma, mas cheia de autoridade: “Silêncio! Aquietai!”,  e ficaram pasmados de ver que as ondas e ventos o obedeciam.
Ele se dirigira a um paralítico que se encontrava entrevado havia muitos anos, e ali, diante de seus olhos, o homem se erguera e andara.
Eles haviam recolhido doze cestos de sobras de alimento, após uma refeição miraculosa, onde cinco mil pessoas haviam sido alimentadas por ele com o lanche de um garoto, que constava de cinco pães e dois peixes.
Eles viram cegos, epiléticos, leprosos e até doentes mentais serem curados com apenas uma palavra de seus lábios.
Viram o tormento da culpa abandonar o rosto das pessoas, logo que ele as perdoava.
Ouviram-no falar como nenhum outro falara antes. E sentiram profundamente todo o magnetismo que havia na vida dele.
Contudo, aquele encantamento imediatamente se transformou em terrível responsabilidade quando o ouviram dizer: “ Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio.” Certamente, ninguém poderia esperar que eles operassem os mesmos milagres que ele operara. Seria exigir muito deles.
Todavia, depois eles se sentiram cheios de um maravilhoso senso de capacitação, ao ouvi-lo dizer: “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim, fará também as obras que eu faço, e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai.” (Jo 14:12)
Será que eles poderiam possuir aquele poder? Ele afirmara isto, portanto, assim devia ser. Mas como? Será que eles lhes ensinaria o segredo?
Certo dia, a solução revelou-se a eles. Realmente, havia uma chave-mestra que abria a caixa forte do poder de Deus. Imediatamente, foram ter com ele e lhe pediram:Senhor, ensina-nos a orar.” (Lc. 11:1). Aprender a orar era o segredo, o único segredo que precisavam saber.
Atendendo aquele pedido, Jesus ensinou-lhes uma prece (Mt. 6:9-13). É possível repeti-la em um quarto de minuto —  quinze segundos. Mesmo uma congregação recitando-a vagarosamente não leva mais que meio minuto para isso. No entanto, Jesus poderia passar metade da noite repetindo aquela mesma oração. Existem hoje mais de quinhentos milhões de pessoas que sabem estas palavras de cor, mas são muito poucos os que realmente sabem dizê-las como oração. O poder está não em repetir as palavras, mas em se fazer a oração.
Orar não e simplesmente recitar algumas palavras. As palavras são apenas a armação de concreto sobre a qual a casa do pensamento é edificada. O poder do Pai Nosso reside não nas palavras, mas sim na configuração mental que gera em nós. A Bíblia nos ordena: “mas transformai-vos pela renovação de vossa mente” (Rm 12:2). Quando nossos pensamentos começam a fluir através dos canais da oração do Pai Nosso, nossa mente se renova e nós somos transformados.
Temos o poder de Cristo na mesma proporção em que nos apropriamos de seus pensamentos. Lembramo-nos de como no “Hamlet” de Shakespeare, o rei não conseguia orar. E ele explica isto com as seguintes palavras:

Minhas palavras voam ao céu, mas meu pensamento aqui embaixo está;
E sem o pensamento, elas nunca chegam lá.

E é verdade. Nos também fracassamos em nossa devoção porque nossas preces são palavras sem pensamento.

Extaido do livro - A Psiquiatria de Deus - Fórmulas Seguras para se conseguir manter a saúde mental e espiritual - Charles L. Allen

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