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terça-feira, 30 de julho de 2013

A ANATOMIA DA APOSTASIA - JOHN PIPER


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“Ando errante como ovelha desgarrada; procura o teu servo, pois não me esqueço dos teus mandamentos” (Sl 119.176)

Introdução
A verdade sobre a nossa experiência é que deixamos de viver no nível de santidade que sabemos que é apropriado para um seguidor de Cristo. Precisamos ver como essa mesma realidade da imperfeição aparece nos santos das Escrituras e a forma como lidaram com ele.

A estrutura do Salmo 119
Salmo 119 é o ato mais sublime de louvor e de compromisso com a Palavra de Deus em toda a Bíblia.
É composto de 22 estrofes de oito versos cada. Cada um dos 22 estrofes é construído sobre uma letra hebraica diferente, e existem 22 no alfabeto hebraico. Em cada uma das sub-rotinas, cada um dos oito versos começa com a letra daquela sub-rotina.

Por que essa estrutura?
É o tipo de coisa que você faz quando "prazer na lei do Senhor" (Salmo 1:2), e quando você acredita (com Salmo 19:7-10) que:
A lei do Senhor é perfeita, reconforta o espírito,
o testemunho do Senhor é fiel,
e dá sabedoria aos simples,
os preceitos do Senhor são retos,
e alegram o coração;
o mandamento do Senhor é puro,
e alumia os olhos,
o temor do Senhor é limpo,
e permanece para sempre;
as ordenanças do Senhor são verdadeiras,
e inteiramente justos.
Mais desejáveis são do que o ouro,
mesmo muito ouro fino,
mais doces do que o mel
e o destilar dos favos.


É uma maneira de passar o tempo do dia ou noite rolando a Palavra em sua mente, vendo quantos ângulos diferentes que você pode ver.

É um deleitando-se com as riquezas da Palavra. Como quando queríamos homenagear Elsie, tomamos as letras do seu nome e pensou-se palavras para descrevê-la.


O Pano de Fundo para último verso

Esse é o pano de fundo para o último versículo do salmo, um versículo que vem como um choque, porque não há nada parecido com isso em qualquer outro lugar no salmo - a confissão de que, apesar de tudo o que se passou antes, agora ele tem desviado e se desviaram. Verso 176: “Ando errante como ovelha desgarrada; procura o teu servo, pois não me esqueço dos teus mandamentos” (Sl 119)

Três Peças para a anatomia da Apostasia


1."Eu ando errante como ovelha perdida ..."

Os santos às vezes se desviam
Ele era um santo:
a) Seu amor pela lei, v. 97
b) Sua vida de oração, vv. 145, 147 (inteira salmo!)
c) O seu louvor persistente da Palavra-v. 164
d) Seu histórico de obediência, vv. 22, 100f., 110, 121

Ele se extraviara

a) Ele admite abertamente neste versículo-v. 176. e não é a primeira vez que-v. 67 a batalha não será mais para o fim da vida, talvez seja por isso que ele coloca no final esta expressão: depois de todo o seu sucesso a batalha pela santidade continua!
b) Como uma ovelha perdida:
"Perdido" em hebraico também significa perecer ovelha vai morrer se não for encontrada.

2. "Procurar o teu servo"
a) Verdadeiros santos clamam por serem encontrados quando se afastam
b) Ele não se contenta em se desviar.
c) Ele admite que sua necessidade de ajuda: "Buscai-me!"

Como ele antecipar a intervenção de Deus?
· ser gracioso -v. 58
· vivifica-me -v. 25
· abrir os olhos -v. 18 (cf. 129!)
· Inclina o meu coração -vv. 36f., 112 (cf. 165!)
· ensinar-me -vv. 12, 26f., 29, etc
· fortalece-me -vv. 28, 133
· afligir-me vv. 67, 71

Nota: embora ele dá a Deus a homenagem de ter poder para resgatá-lo, ele não culpa Deus pelo seu extravio. Deus não é culpado que eu sou propenso a vagar. Ele não é obrigado a me resgatar em qualquer momento, mas a sua própria, se em tudo.

Qual é a garantia da vontade de Deus para procurá-lo do santo?

3. "Porque eu não me esqueço dos teus mandamentos."

· Verdadeiros santos não podem apagar a lei que tem sido escrita sobre o seu coração pelo Espírito de Deus. Eles permanecem lá acenando.
· O gosto espiritual de Deus não pode ser totalmente destruído no coração dos santos.
· Santos não apenas clamar a Deus para procurá-los, eles buscam a Deus através de sua Palavra. "Não esquecendo" é um litotes para "realmente lembrar e chamar a atenção."
· Especialmente os "mandamentos" para acreditar nas promessas de Deus (Provérbio 3:5-6).
· Ezequiel 34:11-12: "Eu vou buscar as minhas ovelhas."
· Lucas 19:10: "Filho do homem veio buscar"
· João 10:27-29: "Eu vou manter as minhas ovelhas"
· Lucas 15:3-4: ele deixa a 99ª para encontrar um.

Conexão à Comunhão:
· Isaías 53:6: "Todos nós como ovelhas ..."
· João 10:11: "Eu sou o bom pastor O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas.".


John Piper - Sermon
http://www.desiringgod.org/resource-library/sermons
http://oventosopradirecao.blogspot.com.br/2013/07/a-anatomia-da-apostasia-john-piper.html#.UfhUxqz9woM 

A marca da Besta

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Dentre todos os tópicos da Bíblia, talvez a marca da besta seja o que mais tem suscitado especulações e argumentações ridículas e bombásticas. Cristãos e não-cristãos debatem o significado de seu valor numérico. Mas o que diz, realmente, o texto bíblico?

O Número 666: Marca Registrada da Tribulação?

A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta.

A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o ponto-chave em tudo isso é adorar "a imagem da besta". A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos.

O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).

Toda a humanidade será forçada a escolher um dos lados: "...todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos" (Ap 13.16). O Dr. Robert Thomas comenta que essa construção retórica "abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, [...] ordenadas segundo sua condição financeira, [...] abrangendo todas as categorias culturais [...]. As três expressões são um recurso estilístico que traduz universalidade".[1] A Escritura é muito específica. O falso profeta vai exigir uma "marca" em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será "sobre a mão direita" – não a esquerda – "ou sobre a fronte" (Ap 13.16).

A palavra "marca" aparece em muitas passagens da Bíblia. Por exemplo, ela é usada várias vezes em Levítico, referindo-se a um sinal que torna o indivíduo cerimonialmente impuro, e está geralmente relacionada à lepra. É interessante notar que o modo como Ezequiel 9.4 usa a idéia de "marca" é semelhante ao de Apocalipse: "E lhe disse: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela". Nessa passagem, o sinal serve para preservação, assim como o sangue espalhado nas ombreiras das portas livrou os hebreus durante a passagem do anjo da morte, como relata o Livro do Êxodo. Em Ezequiel, a marca é colocada na fronte, semelhantemente à do Apocalipse. Todas as sete ocorrências da palavra "marca" ou "sinal" (gr. charagma) no Novo Testamento em grego, encontram-se no Livro do Apocalipse, e todas se referem à "marca da besta" (Ap 13.16,17; 14.9,11; 16.2; 19.20; 20.4). O Dr. Thomas explica o significado desse termo na Antigüidade:

A marca deve ser algum tipo de tatuagem ou estigma, semelhante às que recebiam os soldados, escravos e devotos dos templos na época de João. Na Ásia Menor, os seguidores das religiões pagãs tinham prazer em exibir essas tatuagens para mostrar que serviam a um determinado deus. No Egito, Ptolomeu IV Filopátor (221-203 a.C.) marcava com o desenho de uma folha de trevo os judeus que se submetiam ao cadastramento, simbolizando a servidão ao deus Dionísio (cf. 3 Macabeus 2.29). Esse significado lembra a antiga prática de usar marcas para tornar pública a fé religiosa do seu portador (cf. Isaías 44.5), e também a prática de marcar os escravos a fogo com o nome ou símbolo de seu proprietário (cf. Gl 6.17). O termo charagma ("marca") também era usado para designar as imagens ou nomes dos imperadores, cunhadas nas moedas romanas e, portanto, poderia muito bem aplicar-se ao emblema da besta colocado sobre as pessoas.[2]

Alguns se perguntam por que foi usado um termo tão específico para designar a marca do Anticristo. Essa marca parece ser uma paródia do plano de Deus, principalmente no que se refere aos 144.000 "selados" de Apocalipse 7. O selo de Deus sobre Suas testemunhas muito provavelmente é invisível e tem o propósito de protegê-las do Anticristo. Por outro lado, o Anticristo oferece proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. O Dr. Thomas afirma: "A marca será visível e identificará todos os que se sujeitarem à besta".[3]

Uma Identificação Traiçoeira

Verificação da identidade pela leitura da íris. O Anticristo fará uso da moderna tecnologia.

Além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17). Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. O historiador Sir William Ramsay comenta que Domiciano, imperador romano no primeiro século, "levou a teoria da divindade Imperial ao extremo e encorajou ao máximo a ‘delação’; [...] de modo que, de uma forma ou de outra, cada habitante das províncias da Ásia precisava demonstrar sua lealdade de modo claro e visível, ou então era imediatamente denunciado e ficava impossibilitado de participar da vida social e de exercer seu ofício".[4] No futuro, o Anticristo aperfeiçoará esse sistema com o auxílio da moderna tecnologia.

Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. Essa hipótese é reforçada pelo emprego da palavra grega dunétai – "possa" (Ap 13.17), que é usada para transmitir a idéia do que "pode" ou "não pode" ser feito. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.

A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como "o nome da besta ou o número do seu nome". Isso significa que "o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome, [...]. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos".[5] O nome do Anticristo será expresso numericamente como "666".

Calculando o Número

O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca.

Nesse ponto da profecia (Ap 13.18), o apóstolo João interrompe momentaneamente a narrativa da visão profética e passa a ensinar a seus leitores a maneira correta de interpretar o que havia dito. Uma leitura do Apocalipse demonstra claramente que os maus não entenderão o significado, porque rejeitaram a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Por outro lado, os demais que estiverem atravessando a Tribulação receberão sabedoria e entendimento para que possam discernir quem é o Anticristo e recusar a sua marca. A Bíblia deixa claro que aqueles que receberem a marca da besta não poderão ser salvos (Ap 14.9-11; 16.2; 19.20; 20.4) e passarão a eternidade no lago de fogo. O fato de João usar essa passagem crucial para transmitir sabedoria e entendimento aos crentes, com relação a um assunto de conseqüências eternas, mostra que Deus proverá o conhecimento necessário para que o Seu povo possa segui-lO fielmente.

Mas o que essa sabedoria e esse conhecimento permitem que os crentes façam? A passagem diz que podemos "calcular". Calcular o quê? Podemos calcular o número da besta.

O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o "nome" da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.

Portanto, não há motivo para os cristãos de hoje encararem o número 666 de forma supersticiosa. Se o nosso endereço, número de telefone ou código postal incluem esse número, não precisamos ter medo de que algum poder satânico ou místico nos atingirá. Por outro lado, temos que reconhecer que muitos ocultistas e satanistas são atraídos por esse número por sua conexão com a futura manifestação do mal. Porém, o número em si não tem poderes sobrenaturais. Quando um crente acredita nisso, já caiu na armadilha da superstição. A Bíblia ensina que não há nenhum motivo para atribuir poderes místicos ao número 666.

A Carroça na Frente dos Bois

Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para "calcular" o nome não é para ser aplicada agora, pois isso seria colocar a carroça adiante dos bois. Esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.

Em 2 Tessalonicenses 2, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será "revelado somente em ocasião própria" (v.6). Ao escolher a palavra "revelado", o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da "ocasião própria". O Apocalipse deixa bem claro que os crentes saberão na hora certa quem é o Anticristo.
Como apontamos acima, o Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito.

Apocalipse 13.17-18 diz claramente que o número 666 será a marca que as pessoas terão que usar na fronte ou na mão direita. Em toda a história, ninguém jamais propôs a utilização desse número em condições semelhantes às da Tribulação, de modo que todas as hipóteses já levantadas a respeito da identidade do Anticristo podem ser descartadas.

O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono. Com certeza, aquele a quem o número 666 se aplica é alguém que pertence a uma época posterior ao período em que João viveu, pois ele deixa claro que alguém iria reconhecer esse número. Se nem a geração de João nem a seguinte foi capaz de discerni-lo, isso significa que a geração que poderá identificar o Anticristo forçosamente estava (e ainda está) no futuro. No passado, houve várias figuras políticas que tipificaram características e ações desse futuro personagem, mas nenhum dos anticristos anteriores se encaixa perfeitamente no retrato e no contexto do Anticristo do final dos tempos.[6]

A Relação entre Tecnologia e a Marca da Besta

Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns dizem que ela será como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginam que seja um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.
A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:
  • a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa
  • o número 666, não uma representação
  • uma marca, como uma tatuagem
  • visível a olho nu
  • sobre a pele, e não dentro da pele
  • facilmente reconhecível, e não duvidosa
  • recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente
  • usada após o Arrebatamento, e não antes
  • usada na segunda metade da Tribulação
  • necessária para comprar e vender
  • recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos
  • uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo
  • promovida pelo falso profeta
  • uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.
A marca da besta é uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.

Talvez na história ou na Bíblia nenhum outro número tenha atraído tanto a atenção de cristãos e não-cristãos quanto o "666". Até mesmo os que ignoram totalmente os planos de Deus para o futuro, conforme a revelação bíblica, sabem que esse número tem um significado importante. Escritores religiosos ou seculares, cineastas, artistas e críticos de arte fazem menção, exibem ou discorrem a respeito dele. Ele tem sido usado e abusado por evangélicos e por membros de todos os credos, tendo sido objeto de muita especulação inútil. Freqüentemente, pessoas que se dedicam com sinceridade ao estudo da profecia bíblica associam esse número à tecnologia disponível em sua época, com o intuito de demonstrar a relevância de sua interpretação. Mas, fazer isso é colocar "a carroça na frente dos bois", pois a profecia e a Bíblia não ganham credibilidade ou legitimidade em função da cultura ou da tecnologia.

Conclusão

O fato da sociedade do futuro não utilizar mais o dinheiro vivo será usado pelo Anticristo. Entretanto, seja qual for o meio de troca substituto, ele não será a marca do 666. A tecnologia disponível na época da ascensão do Anticristo será aplicada com propósitos malignos. Ela será empregada, juntamente com a marca, para controlar o comércio (como afirma Apocalipse 13.17). Sendo assim, é possível que se usem implantes de chips, tecnologias de escaneamento de imagens e biometria para implementar a sociedade amonetária do Anticristo, como um meio de implantar a política que impedirá qualquer pessoa de comprar ou vender se não tiver a marca da besta. O avanço da tecnologia é mais um dos aspectos que mostram que o cenário para a ascensão do Anticristo está sendo preparado. Maranata! (Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives - http://www.chamada.com.br)
  1. Robert L. Thomas, Revelation 8-22: An Exegetical Commentary (Chicago: Moody Press, 1995), pp. 179-80.
  2. Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
  3. Thomas, Revelation 8-22, p. 181.
  4. Sir William Ramsay, The Letters to the Seven Churches (New York: A. C. Armstrong & Son, 1904), p. 107.
  5. Thomas, Revelation 8-22, p. 182.
  6. Thomas, Revelation 8-22, p. 185.
Thomas Ice é diretor-executivo do Pre-Trib Research Center (Centro de Pesquisas Pré-Tribulacionistas) e professor de Teologia na Liberty University. Ele é Th.M. pelo Seminário Teológico de Dallas e Ph.D. pelo Seminário Teológico Tyndale. Editor da Bíblia de Estudo Profética e autor de aproximadamente 30 livros, Thomas Ice é também um renomado conferencista. Ele e sua esposa Janice vivem com os três filhos em Lynchburg, Virginia (EUA).
 http://www.chamada.com.br/mensagens/marca_da_besta.html

sábado, 27 de julho de 2013

Observando pássaros e corvos -Mateus 6:26




Wilma Rejane

"Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?" Mateus 6:26

São cinco e meia da manhã e como de costume, pássaros em bandos cantam e saltitam nas árvores do quintal e do jardim. Eles bibicam acerolas e goiabas. Brincam entre si, voam alto como quem se despede e depois retornam festejando não apenas a alegria de encontrarem comida ao ar livre, mas o raiar de mais um dia que os saúda com provisão. Olho para eles e percebo a beleza do louvor. Por mais longa e escura que tenha sido a noite, por mais que perigos e açoites os assombre e eles indefesos se recolham em algum abrigo, todas as manhãs, lá estão cantando e louvando a criação.

Cantai ao Senhor com ações de graças; entoai louvores, ao som da harpa, ao nosso Deus, que cobre de nuvens os céus, prepara a chuva para a terra, faz brotar nos montes a erva e dá o alimento aos animais e aos filhos dos corvos, quando clamam. Salmo 147:7-9

Corvos clamam por comida e são ouvidos, pássaros cantam porque Deus não os abandona, e homens acordam ansiosos pensando: e o dia de hoje, como será? Muitos nem lembram de orar e de louvar, mas lamentam o que se perdeu, o que não se tem, ignorando o sentido da palavra gratidão que constrange a agradecer até pelo menor pedaço de pão. E pássaros e corvos, cabem na palma de nossa mão. Ó Deus, quanta amargura e impiedade existe em nossos corações que desconhecem virem de Ti as mais belas canções de amor e provisão.

Lembro-me de Elias,deprimido e solitário, a beira de um riacho. e eis que o Senhor, enviou um corvo para o alimentar: "Ele bebia água do riacho, e os corvos vinham trazer pão e carne todas as manhãs e todas as tardes. -1 Re 17.6" E o corvo era tido como animal imundo (Lv 11:15) porque era necrófago. Mas foi esse imundo que Deus usou para levar pão e carne ao profeta. Mas o alimento era puro, uma provisão vinda de modo inesperado e quantas vezes o Senhor assim não faz conosco? E não se reconhece Sua voz, porque estamos cheios de ansiedade, preocupações e incredulidade?

Que nossos corações jamais esqueçam que de Deus vem toda provisão e que Ele não abandona o que se sente em solidão. Ainda que as noites sejam frias e ameaçadoras, mas as manhãs chegam com alegria e renovos. Perto de Deus, em louvor e oração, alimentando o espírito com a pureza do Pão da Vida, da Água da Fonte que é Jesus. E ainda que estejamos rodeados de corvos a condenação não nos alcançará, mas a paz e o gozo da alma que o mundo não pode dar nem explicar.

Deus o abençoe   

http://www.atendanarocha.com/2013/03/observando-passaros-e-corvos-mateus-626.html




terça-feira, 23 de julho de 2013

O que são e porque os livros apócrifos não estão em todas as Bíblias?


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Os Livros Apócrifos
Etimologicamente, o termo “apócrifo” significa: “oculto”, “escondido”. É usado para designar os 14 ou 15 livros, ou partes de livros que, em algum tempo, foram colocados entre os livros do Velho e do Novo Testamento. Eles aparecem anexados nas versões Septuaginta e Vulgata Latina.
O vocábulo tem sido empregado de forma diferente por católicos e protestantes:
Para os protestantes “apócrifo” designa o conjunto de livros ou porções de livros que não fazia parte do cânon (lista de livros inspirados) hebraico;
Para os católicos “Apócrifo” se refere aos livros que os estudiosos protestantes chamam de pseudo-epígrafos.
Os livros que os protestantes chamam de “apócrifos”, os católicos chamam de “Deutero- canônicos”.
Para os protestantes, os livros apócrifos não foram inspirados por Deus. São importantes fontes documentais para o conhecimento da história, cultura e religião dos Judeus. Também muito úteis para nossa compreensão dos acontecimentos intertestamentários (entre o Velho e o Novo Testamento). Mas não para estarem lado a lado com a literatura canônica (inspirada por Deus), pois ao compararmos uma literatura com a outra, logo percebemos profunda e radical diferença no estilo, na autoridade e até nos ensinamentos.
A igreja Católica só se lembrou de incluí-los no Cânon (lista de livros inspirados por Deus) em 15 de abril de 1546, no Concílio de Trento, impondo-os aos seus fiés como livros inspirados. Quem não aceitasse a decisão da igreja, seria por ela amaldiçoado.
Por que rejeitamos os apócrifos?
Se a mente divina inspirou a cada escritor, o produto destes diferentes autores deve estar em harmonia entre si.

Portanto, os primeiros livros se constituem o critério para todos os demais livros que se consideram ou são chamados de inspirados. Mas os livros conhecidos como apócrifos:
1. Não se harmonizam em ensino e doutrina com Moisés e outros profetas canônicos;
2. Nem Jesus, nem os apóstolos citaram os livros apócrifos como fonte de autoridade.
Por que então, a Igreja Católica continua apegada aos livros apócrifos? Porque as doutrinas fictícias dos apócrifos confirmam falsos ensinos da igreja, como por exemplo: oração pelos santos, falsas curas, dar esmolas para libertar da morte e do pecado, e salvação pelas obras.
Eis alguns ensinos de apócrifos:
1. Ensino da Arte Mágica – Tobias 6:5-8. Refutação bíblica: Marcos 16:17; Atos 16:18
2. Dar Esmolas Purifica do Pecado – Tobias 12: 8 e 9; Eclesiático 3:33. Refutação bíblica: 1 Pedro 1:18 e 19; Judas 24
3. Pecados Perdoados pela Oração – Eclesiástico 3:4. Refutação bíblica: Prov. 28:1; 1 João 1:9; 2: 1e2.
4. Orações pelos Mortos – 2 Macabeus 12: 42-46. Refutação bíblica: Atos 2:34; Isaías 38:18; Lucas 16:26; Isaías 8:20.
5. Ensino do Purgatório – Sabedoria 3:1-4 (imortalidade da alma). Refutação bíblica: 1 João 1:7
6. O Anjo Relata uma Falsidade – Tobias 5: 1-19. Refutação bíblica: Lucas 1:19
7. Uma Mulher Jejuando toda Sua Vida – Judith 8: 5 e 6.
Esta é uma história parecida com outras lendas católicas com respeito a seus santos canonizados. Uma mulher dificilmente jejuaria por toda sua vida. Jesus, mesmo sendo divino-humano, jejuou 40 dias, não pela vida toda.
8. Simeão e Levi mataram os habitantes de Siqueia por ordem de Deus – Judite 9:2
Refutação bíblica: Deus não tinha nada a ver com isto: Gênesis 34:30; 49: 5-7; Romanos 12: 19, 17
9. A Imaculada Conceição – Sabedoria 8:19 e 20. Este texto é usado pelos católicos para sustentar a doutrina de que Maria nascera sem pecados. Refutação bíblica: Lucas 1: 30-35; Salmo 51:5; Romanos 3:23.
10. Ensinos da Crueldade e do Egoísmo – Eclesiástico 12:6. Refutação bíblica: Provérbios 25:21,22; Romanos 12:20; João 6:5; Marcos 6:44-48.

Há muitos outros ensinamentos errados, mas, creio serem estes suficientes para aceitarmos que tais livros devem realmente ficar fora da lista de livros inspirados.
Apócrifos do Antigo Testamento
1) O 1º Livro de Esdras;
2) O 2º Livro de Esdras;
(Na versão Vulgata: O Esdra Canônico é chamado de 1º Esdras e Neemias de 2º Esdras; enquanto o 1º Livro de Esdras apócrifo é chamado de 3º Esdras).
3) Tobias;
4) Judite;
5) Adições ao Livro de Ester;
6) A Sabedoria de Salomão;
7) A Sabedoria de Jesus o filho de Sisaque, ou Eclesiástico;
8) Baruque;
9) A Carta de Jeremias;
10) A oração de Azarias e o Canto das Três Jovens;
11) Susana;
12) Bel e o Dragão;
13) A oração de Manasses;
14) O 1º Livro de Macabeus;
15) O 2º Livro de Macabeus;

Apócrifos Deutero-canônicos
1) Tobias;
2) Judite;
3) Adições ao Livro de Éster (10:4 – 16:22);
4) Sabedoria;
5) Eclesiástico;
6) Baruque;
7) Susana (Daniel 13);
8) Bel e o Dragão (Daniel 14);
9) 1º Macabeus;
10) 2º Macabeus;

Apócrifos do Antigo Testamento
Os apócrifos do Antigo Testamento podem ser facilmente identificados comparando os livros das Bíblias utilizadas pela maioria das “Sociedades Bíblicas” com uma Bíblia Católica.
Na comparação abaixo, os livros sublinhados constituem os apócrifos (chamados de Deutero-canônicos pelos Católicos). Aqueles não sublinhados são aceitos como canônicos por protestantes e Católicos.
Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levíticos, Números e Deuteronômio;
Históricos: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Tobias, Judite, Ester (com acréscimos), 1 Macabeus, 2 Macabeus.
Sapienciais: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cântico dos Cânticos, Sabedoria, Eclesiástico.
Proféticos: Isaías, Jeremias, Lamentações, Baruque, Ezequiel, Daniel (com acréscimo), Oséias, Joel, Amós, Abdias (Obadias), Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias.
Total: 46 Livros
39 Canônicos
+7 Deutero-canônicos ( = aqueles sublinhados)

Apócrifos do Novo Testamento
Os apócrifos do Novo Testamento não oferecem problema porque são rejeitados por todas as igrejas cristãs. E não podia ser diferente. Observe o ensino, como por exemplo, do evangelho de São Tomé:
“Jesus atravessava uma aldeia e um menino que passava correndo, esbarra-lhe no ombro. Jesus irritado, disse: Não continuarás tua carreia. Imediatamente o menino caiu morto. Seus pais correram a falar com José, este repreende a Jesus que castiga os reclamantes com terrível cegueira”.
Tal relato não é compatível com a sublimidade dos ensinos de Cristo e é suficiente para provar que este evangelho é espúrio. “Trouxeram-lhe, então, algumas crianças, para que lhes impusesse as mãos e orasse; mas os discípulos os repreendiam. Jesus, porém, disse: Deixai os pequeninos, não os embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o reino dos céus. E, tendo-lhes imposto as mãos, retirou-se dali.” Mateus 19:13-15.
Lista dos Apócrifos do Novo Testamento

1) Evangelhos: Evangelho Segundo Hebreus, Evangelho dos Egípcios; Evangelhos dos Ebionitas; Evangelho de Pedro; Protoevangelho de Tiago, Evangelho de Tomé; Evangelho de Filipe, Evangelho de Gamaliel; Evangelho da Verdade.
2) Epístolas: Epístola de Clemente; as 7 Espístolas de Inácio; aos Efésios, aos Magnésios, aos Trálios, aos Romanos, aos Filadélfios, aos Esmirnenses e a Policarpo; a Epístola de Policarpo aos Filipenses; Epístola de Barnabé.
3) Atos: Atos de Paulo, Atos de Pedro, Atos de João, Atos de André, Atos de Tomé.
4) Apocalipses: Apocalipse de Pedro, o Pastor de Hermas, Apocalipse de Paulo, Apocalipse de Tomé; Apocalipse de Estêvão.
5) Manuais de Instrução: Didaquê ou Ensino dos 12 Apóstolos, 2 de Clemente. Pregação de Pedro.
Total: 34 livros – são mais do que os Canônicos do Novo Testamento (que somam 27).

Muitos destes livros disputaram um lugar junto ao Cânon Bíblico, mas graças a Deus, foram rejeitados pela Igreja Cristã, assessorada pelo Espírito Santo. Se estes livros pertencessem à lista de livros inspirados por Deus, certamente manchariam a beleza da sã e pura Palavra de Deus.
Devemos, portanto, nos apegar apenas aos 66 livros como dignos de confiança em termos da revelação de Deus ao homem. Nestes livros, 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento, temos toda a revelação necessária para a salvação do homem. A Sociedade Bíblica do Brasil – com razão – adota estes 66 livros como padrão para as Bíblias que produz.

Fonte: Esse material foi extraído de uma apostila do professor Jorge Mário, que na época lecionava no
Seminário Adventista Latino-americano de Teologia no Centro Universitário Adventista, Artur Nogueira, SP.
Equipe Biblia Online

http://biblia.com.br/perguntas-biblicas/biblia/o-que-sao-e-porque-os-livros-apocrifos-nao-estao-em-todas-as-bibliascd/

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Sobre o que falamos


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Leitura: Salmo 19
As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor… —Salmo 19:14
Talvez você esteja familiarizado com o ditado, “Grandes mentes discutem ideias; mentes medianas discutem acontecimentos; mentes pequenas discutem pessoas.” Com certeza, há maneiras de falar das pessoas de maneiras honrosas. Mas este ditado destaca as nossas experiências mais sombrias. Em um mundo onde a presença da mídia é constante —, social e profissional, somos continuamente confrontados com a vida das pessoas num patamar de intimidade que pode ser inadequado.

Pior, esse maremoto de informações pessoais sobre os outros pode se tornar combustível para as nossas conversas ao ponto de o ato de fofocar se tornar a norma — e não apenas as fofocas sobre os ricos e famosos. As pessoas em nossos locais de trabalho, igrejas, bairros e famílias também podem ser alvos de línguas afiadas e sentir a dor das discussões que nunca deveriam ter ocorrido.

De que maneira podemos fugir da nossa propensão em usar palavras para ferir os outros? Pelo reconhecimento de que o Ouvinte final de nossas palavras é Deus, que deseja que sejamos melhores do que isso. Com o salmista, podemos orar: “As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, Senhor” (Salmo 19:14). Quando procuramos agradar a Deus com as nossas conversas sobre os outros, nós o honramos. Com a Sua ajuda, podemos glorificá-lo por meio daquilo que falamos.
—WEC
É melhor morder a língua do que fazer uma observação ferina.
NOSSO ANDAR DIÁRIO/NOSSO PÃO DIÁRIO
17/07/2013
Ministérios RBC

Os Perseguidos Devem Viver em Constante Espírito de Perdão

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Os cristãos que viviam sob constante perseguição não poderiam sobreviver se não levantassem todo dia 10 pela manhã e dissessem: "Eu perdôo este sistema. Eu perdôo estes soldados. Eu perdôo este governo. Eu per­dôo estas circunstâncias." Eles lhe dirão que um tremen­do movimento de poder do Espírito Santo acompanha um espírito de perdão. É isso que lhes dá a graça de permanecerem firmes e vencerem, não obstante as cir­cunstâncias aparentemente impossíveis.

Quando Jesus Cristo vem para nossa vida, Ele traz consigo o perdão divino. Ele nos prove o poder do per­dão, mas temos de andar em espírito de perdão se quiser andar no poder da força de Deus.

Lembre-se de que o poder mediador sobrenatural de Deus foi liberado para o mundo quando Jesus orou: "Pai, perdoa-lhes...”.

Você está à procura de esperança? Você está deses­perado à procura do elo perdido que irá libertá-lo?
Tal­vez você perceba que fora mantido em escravidão e ago­ra esteja pensando: Também mantive outras pessoas em cativeiro. Agora os exércitos do inimigo estão acampados ao meu redor. Como posso dispersa-los?

O Espírito Santo está à sua espera para libertá-lo, se você perdoar. Não deixe que os pretextos de sua carne ou de sua mente desviem sua atenção daquilo que é mais importante neste momento.

Eu errei. Quem não errou?

A vida me passou a perna. E daí? Junte-se ao clube dos lesados.

Mentiram para mim. Você não é o primeiro nem será o ultimo. Mentiram para seu Mestre. Você é melhor do isso?

Aqueles que deviam ser meus amigos me abandona­ram. Junte-se ao grupo dos que tiveram a mesma sorte. Jesus é o presidente. Todos também o abandonaram e fugiram.

Se você precisa de ajuda, peça a Deus que o ajude a perdoar e liberar as pessoas ou circunstâncias que o feri­ram. Peça a Ele que lhe perdoe todos os pecados e falhas em sua vida. Ele é fiel para perdoar aos pecados. Ele diz: "Quem vier a mim, eu jamais rejeitarei" (Jo 6.37).

Você foi perdoado no Calvário, se tão-somente to­mar posse do perdão de Deus. Faça-o agora e experi­mente a doce libertação que vem quando o Deus do céu lhe perdoa de uma vez por todas.

Você duvida de que é um cristão? Ele lhe diz: "Tome a sua cruz e siga-me”. Tudo começa com o mesmo primeiro passo: Experimente o poder do perdão divino.

Extraído do livro Fontes Secretas de Poder de T. E TENNEY e TOMMY TENNEY

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

Graça e Paz
Moacir Neto - Lidiomar Trazini http://www.reflexoesevangelicas.com.br/

NOMES QUE QUER DIZER VITÓRIA

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Prefacio


Estudar nomes da Bíblia, dá nos lições e importantíssimo conhecimento, e nos enriquece.
A Bíblia é um livro por excelência, escrito por vários homens nas mais diversas circunstância, épocas e culturas diferentes, Ela revela a realidade do tempo presente.
Pensando nisso, tomamos a  liberdade de escrever sobre esse importante tema   Nomes que quer dizer vitória”

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NOMES QUE QUER DIZER VITÓRIA

Jemima, Quezia e Querém-Hapuque”

Texto Jó. 42.14

 

INTRODUÇÃO

 
Jó, um homem  de exemplo a ser seguido por qualquer cristão em provação. Sua vida é um pelo exemplo para aqueles que deixam se levar pelo desanimo frente as lutas de cada dia.
As nossas lutas podem ser caracterizada como desafio de Deus para mostra a Satanás a nossa fidelidade.
Não se preocupe se os teus amigos estão a espreitar a sua derrota. Creia que o nosso redentor viver e por fim se levantará, Jó 19.25.
Vamos estudar os nomes das três filhas de Jó, e o que isso representava para Jó depois que Deus virou o seu cativeiro.
É interessante que só aparece os nomes das filhas, e o nome dos filhos são omitidos nesse texto. Isso pode ser um segredo a ser desvendado.

I – GUARDANDO O ORNAMENTO DO ESPIRITO SANTO.

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         Jó, em sua maior provação, com certeza ele nunca esqueceu dos ornamentos da beleza espiritual que o Espírito Santo nos dá.
         Quando nasce a sua terceira filha, Jó escolhe o nome que represente esse ornamento, que pode representar a beleza dos santos principalmente aqueles que guarda  com primazia os dons espirituais dado por Deus.

 

1. Querém-Hapuque: A minha beleza espiritual


            No Hb., esse nome quer dizer côrno da tinta, ou seja chifre de pintura, ou caixa de guardar cosmético. Esse nome é dado a moça devido a sua beleza.
         O que isso representa para nós? Quer dizer que devemos guardar o  depósito I Co 6.20.
         Jó reconhece isso, e diante de todas as calamidades o depósito estava cheio de paciência, de conforto e de esperança ao ponto de dizer: “ Eu sei que o meu redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra” Jó 19.25
         Ainda em  Jó 29.2-4  “Ah!  Quem me dera ser como eu fui  nos meses passados, como no dia que Deus me guardava! Quando fazia resplandecer sua candeia sobre mim, e eu como a luz, caminhava pelas trevas; como era nos dias de minha mocidade, quando o segrede de Deus estava sobre a minha tenda.
         A esperança de Jó nesse texto parece estar preste a desfalecer, mas Jó nunca deixou se levar pelo sentimento de desfavor de Deus em sua vida.

2. Querén – Hapuque: A minha esperança
        
         Mesmo em todo o seu lamento e sofrimento, Jó vê uma luz no fundo do túnel, ainda que em lembrança do passado, mas não esquecendo dos benefícios de Deus em sua vida.
         Nos capítulos 38 ao 41 , Deus começa restaurar a esperança, começa a fazer algumas indagações a Jó: Jó. 38.3  e  Jó. 40.7 “Cinge o teu lombo como homem (varão); e perguntar-te-ei, e, tu responde”.
         Em todas as perguntas que Deus faz a Jó, Ele expressa lembranças quase esquecidas pelo patriarca. Nós temos tendência para esquecer muito fácil dos benefícios do Senhor, com Jó não foi diferente, mas devemos usar a mesma expressão que o salmista usou quando disse: Sl. 116.12 “Que darei eu ao Senhor por todo os seu benefícios  que me tem feito”. Jó não tinha nenhum outro motivo, se não recompensar a si mesmo com um nome que faz  lembrar esses benefícios que resultou em esperança, “Querén – Hapuque¸ minha esperança”. A maior esperança de Jó é visto já no citado versículo anterior; “Eu sei que  o meu redentor vive, e por fim se levantará”.
         A esperança de Jó estava quase esquecida no tempo, mas Deus jamais se esquece de nós “Ainda que a mãe esqueça do filho que amamentou, eu jamais esquecerei de vós”.
        
3. Querán – Hapuque -  Guardar o bom depósito
         Paulo exorta a Timóteo a guardar o bom depósito; I Tm 6.20 “Guarda o bom depósito que te foi confiado”. A beleza espiritual de Cristo em nossa vida deve ser guardado, ainda que em vaso de barro para que a excelência da gloria  seja para o  Senhor, 2 Co. 4.7-8 “Temos, porem, esse tesouro em vaso de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, não angustiado; perplexo, mas não desanimado. 2 Co 4.17 “Porque a nossa leve momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de gloria mui excelente”.
         Jó no capitulo 42.5, abre o portal da esperança quase adormecida, quando expressa dos recôndito da alma, “Com ouvido dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem aos meus olhos”. Isso quer dizer, que guardou as palavras do senhor para não pecar contra ele. Sl. 119.11 “Escondi a tua palavra no meu coração para não pecar contra ti”
         Esse Salmo confere com a vida pura e santa do grande homem chamado Jó quando aconselhado por sua esposa no capitulo 2.9 “Então, sua mulher lhe disse: Ainda retém a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus e morra”. Porem, Jó que guarda o bom depósito na beleza do colorido da glória, expressa no mais profundo do intimo a sua esperança; Jó 2.10 “Como fala qualquer  doida, assim falas tu, recebemos o bem de Deus e não receberíamos o mal? Em tudo isso não pecou Jó  com seus lábios”.
         A carta de Paulo aos Romanos, é o sábio conselho para aqueles que querem imitar  a esperança de Jó,  Rm 12.12 “Alegrai-vos na esperança, sede paciente nas tribulação, perseverai na oração”. Querén – Hapuque,  esperança guardada, brilho de Cristo, palavra no coração, esperança no futuro e restauração no presente.
         Jó tinha razão de sobejo para dar esse nome a sua filha. Ainda que em tribulação, angustiado, porém, manteve a sua integridade de um homem justo do qual Deus deu testemunho  à Satanás.
         Deus nos de graça para sermos suas testemunhas vivas como foi o grande Jó.

4.  Restaurando  tudo
         No capitulo 42.10, Deus vira o cativeiro de Jó, acrescenta o dobro, restaura os amigos, e Jó é adornado novamente. 


 
III – O AROMA DA ORAÇÃO NA VIDA DE JÓ
 
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         Parece intrigante falar de aroma da oração na vida de Jó. Mas é isso mesmo que representa a nome de sua segunda filha.

1. Quézia – Cássia – minha oração
         Essa palavra vem do Hb.  e significa enrugada, e em português,  Cássia. Essa planta aprece na composição do óleo da Santa Unção em Ex. 30.24. É uma planta que cresce na Caximina cerca de 2600 a 3000 metros acima do nível do mar. A Vulgata Latina traduz a palavra com “mirra líquida”, a Septuaginta (LXX) diz “iris”. No Salmo 45.8 ela é apresentada como perfume quando diz:  “todas as tuas vestes cheiram mirra, a aloés,  e a cássia, desde os palácios de marfim de onde te alegram”.
         Interessante que suas raízes são queimadas em templos chineses no lugar de incenso, devido a sua flagrância aromática.
          Ao estudarmos Quézia ou Cássia, dividindo-a em duas porções simbólicas, unção ou ungido, e, oração quando se relaciona com o incenso.
         Vejamos, que Jó era um homem de oração. A Bíblia nos informa que quando seus filhos faziam festas ou banquetes em casa cada um no  seus dias, Jó oferecia sacrifício a Deus, 1.5 “Sucedia, pois, que,   tendo decorrido o  turno de dias de seus banquetes, enviava Jó, e os santificava, e se levantava de madrugada, e oferecia holocaustos segundo o numero de todos eles; porque dizia Jó: Porventura, pecaram meus filhos e blasfemaram de Deus em seu coração. Assim fazia Jó continuamente”.
         A flagrância do sacrifício subia perante a face de Deus, como uma oração em forma de incenso.
         Jó, lembra desses momentos sagrados de intercessão e busca de perdão para seus filhos, quando todos esses haviam sidos levados para os braços eternos de Jeová, mas, que, agora, Deus lhe dera outros em lugar desses. Assim, Jó escolhe nome que dá significado espiritual, para relembrar  dos grandes benefícios que o Senhor Deus pode realizar através da oração de um homem “sincero, e reto, e temente a Deus, que se devia do mal”.  Esse era o retrato de Jó, cujo testemunho foi reconhecido, quando Deus falou de Jó à Satanás.

2. Quézia, a minha vitória         
         Nenhuma vitória é ganha sem oração; os maiores homens da Bíblia foram homens de oração, de vida casta e consagração. A vida de oração desse homem chamado Jó, é comprovada mediante a sua expressão confiante diante da perca de seus filhos, Jó 1.19. Em vês de lamentar, como é o caso de muitos em nossos dias, ao contrario, Jó toma uma atitude louvável e invejável por qualquer homem que se diz cristão. Jó 1.20 “Então, Jó se levantou, e rasgou o seu manto, rapou a sua cabeça, e se lançou em terra, e” “adorou”
         Depois dessa calamidade da perca de seus filhos, Jó tinha motivo de sobeja para desanimar, fugir da oração, entrar em profunda depressão, Mas “Quézia” era a sua vitória. Jó dá um brado de vencedor, que para mim é o maior, depois do brado de Jesus na Cruz quando disse: “Pater telestai”, (que quer dizer “pai está consumado”), depois do brado de Cristo, o de Jó é o maior quando ele diz: Jó. 1. 21 “Nu sai do ventre minha mãe e nu tornarei para lá; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor”. Jó 1.22 Em tudo isso não pecou Jó,  nem atribuiu a Deus falta alguma”.
         Somente na oração que o crente em Jesus encontra forças para vencer as diversidades sem mesmo reclamar, ou culpar a Deus por tais situações, sabendo que Deus é justo e imparcial, e que não nos trata conforme nos trata os homens,  e isso só podemos compreender mediante a vida de oração que nos mantém na mais alta intimidade com Deus, como uso sempre dizer, que, a oração é o dicionário da alma que traduz as nossas necessidades, mesmo sem pronunciarmos uma só palavra, Deus entende, tal como a oração gemida de Ana no templo, não entendida pelo sacerdote Eli, mas compreendido pelo grande Senhor dos Exércitos, e seu nome é “Jeová”.
         Como é difícil adorar nos momentos de dificuldade. Adorar a Deus quando tudo está perdido, porém , foi isso que Jó fez “adorou”.
         A adoração é mais que uma simples postura e gingado de corpo. Em latim é “adorationem” isto é, orar a alguém; ainda, quer dizer: “reconhecer a soberania de Deus” sobre o universo, governo moral e força de seu decreto. Em Hb, “sãhâ”  Gr. “proskyneo”, ambos os termos quer dizer o ato de prostração e adoração.A verdadeira adoração está associada ao amor que devotamos a Deus. Tem que ser um ato permanente na vida dos filhos de Deus. Não pode ser atitude episódica. Tudo em nossa vida deve ressaltar nossas atitudes de adoração. Todo essa atitude na vida de Jó foi representada pelo nome que deu a sua filha “Quézia ou Cássia”. Precisamos colocar aroma em nossa vida, precisamos do bom cheiro Cristo, conforme registra Paulo em  2 Co 2.14,15. Precisamos acima de tudo do aroma da unção que como óleo suave sobre as nossas cabeça. É na oração que Deus derrama a unção. Coloquemos “Quézia” em nossas vidas. Aleluia.


III – JEMIMA ( Ou Jemina).

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         A vida de Jó, também é marcada pela presença do Espírito Santo, ainda que nessa época o Espírito Santo não havia sido derramado, como em nosso tempo, mas, somente em ocasião especial, sobre homens especiais, no entanto, “Jemima” representa exatamente isso, “Espírito Santos”.

1 – Jemina – Hb Pombo
                   Esse é nome da filha mais velha de Jó, depois que Deus restauro a sua vida restituindo tudo que havia perdido durante a provação que sofrerá. O pombo ou pomba é uma ave que tem visão de 360 graus, podendo enxergar  tudo a sua volta. Isso representa a capacidade universal do Espírito Santo em conhecer todos os nossos sentimentos, o nosso fazer, e as necessidades e  a individualidade de cada um. O Espírito Santo nos dias atuais foi nos dado como penhor ou garantia de nossa salvação. Jó tinha a viva esperança que só o Espírito Santo pode dar ao cristão em meio as lutas e provações em poder expressar como fez Jó:  Jó. 19.25,26 “Porque eu sei que o meu redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra. E depois de consumida a minha pele, ainda em minha carne verei a Deus”.
         Com isso podemos expressar que havia consolo na vida de Jó, cujo consolo era alimentado pela esperança de ver Deus, e isso quem faz é a operação do Espírito Santo na vida do ser humanoO Parákleto”   em Gr. Que indica o consolador prometido por Jesus.
         Eu creio que Jó desconhecia esse pessoa, ou, seja, a terceira pessoa da trindade “O Espírito Santo, mas como a Bíblia é um livro por excelência, escrito em épocas diversas, e por diversas pessoas, mas em uma só harmonia, isso levou a Jó deixar a sua marca de conhecimento e experiência e intimidade com Deus, ao dar a  sua filha o nome que representa a atuação do Espírito Santo nas horas mais difíceis de nossa vida. O Espírito Santo é o agente de vitória na vida de cada cristão.

2. Jemima, Deus é a minha esperança.
         No ponto I. II,  falamos de Querém-Hapuque – A minha esperança, porém, nesse ponto vamos abordar “Deus é a minha esperança”
         Jesus antes de sua partida, ele nos deixa  esperança através da promessa que nos  enviaria o consolador que ficaria conosco para sempre. Jo. 14.16 “Eu rogarei ao pai, e ele vos dará outro consolador, para que fique convosco para sempre”.
         Jemima, a presença constante do Espírito Santo conosco. Assim a vida de Jó era alimentada em meio a grande prova por esperança que não vinha de promessas humanas, e sim na convicção de que Deus um dia levantaria a seu favor restaurando a sua sorte.
        
3. Jemima, a minha restauração
         No capitulo quarenta e dois, Jó é levantado, é restaurado quando Deus começa a conversar com ele. Jó 42.4 e 5 “Escuta me,  pois,e eu falarei; eu te perguntarei, e tu ensina-me”.  Versículo 5, Jó responde: “Com o ouvir dos meus ouvidos, ouvi, mas agora te vêem os meus olhos”.
         Deus restaura a visão espiritual de Jó, que até então apenas ouvia a falar de Deus, mas agora pode contemplá-lo através da restauração espiritual que Deus operou em sua vida.
         Hoje, na atual dispensassão , o Espírito Santo ainda continua a restaurar os caídos, aqueles que deixaram a vida espiritual, e estão no monturo de lixo deste mundo.
         Em Jó.  42.10 “E o Senhor virou o cativeiro de Jó, quando orava pelo seus amigos; e  o Senhor acrescentou a Jó outro tanto em dobro a tudo quanto dantes possuía.
         O homem pode  perder tudo, mas quando reconhece a vontade de Deus em sua vida, o Espírito Santo concede a ele em dobro, para provar para Satanás que Deus é maior, e vai recuperar todo o tempo que Satanás impediu que Deus usasse tal homem.
         Meu querido irmão, tal vez esse material chegou em suas mãos, e como Jô, já perdeu algumas coisas; amigos, colegas, emprego, ou está sendo empurrado para o canto, ou puxarão seu tapete; não se preocupe, Deus está no controle de sua vida, e no tempo certo Ele vai restaurar tudo novamente. Eu termino com Ct. 2. 11-12 “ Porque eis que passou o inverno: a chuva cessou e se foi. Aparecem as fores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola  ouve-se em nossa terra.” O Espírito Santos vai voltar a cantar, porque o inverno espiritual está passando, a chuva da tribulação está cessando, já posso ouvir o cântico da rola (Espírito Santo) soar. Versículo 13.b “Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem”. Amém, amém.


CONCLUSÃO

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         Por ser o livro  de Jó   o mais antigo da Bíblia, nós podemos concluir que Deus em todos os tempo, épocas e povos, sempre operou de diversas formas.
         O caso de Jó parece nos até uma lenda, onde Deus permite que o adversário use esse homem para testar a sua fidelidade para com o Deus todo poderoso. No entanto, Deus só deixa Satanás tentar na medida que podemos suportar. A prova de Jó nos deixa esse grande exemplo. Satanás só foi até a onde Deus permitiu. A vida de Jó foi preservada, e tudo isso para nos deixar o maior exemplo de fé e confiança que jamais alguém  conseguiu vencer como venceu o “Justo e temente a Deus e que se desviava do mal”. Somente ele “Jó”. Amém, amém

Publicado em 29/08/2010 13:07
Por Pb. jaimebergamim
tuitter: @bergamimjaime
http://minist-jaimebergamim.webnode.com.br

segunda-feira, 15 de julho de 2013

O PODER DO TOQUE DIVINO

https://sphotos-b.xx.fbcdn.net/hphotos-prn1/p480x480/164313_176379935736167_558231_n.jpg "E Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo: Quero; sê limpo. E logo ficou purificado da lepra" (Mt 8:3, ACF). O toque não curou a enfermidade. Mateus é cuidadoso ao mencionar que foi o pronunciamento de Cristo e não seu toque que curou a enfermidade

A infecção desapareceu pela palavra de Jesus.

A solidão, porém, foi tratada pelo toque de Jesus.

Ah, o poder de um toque divino. Você ainda não o conheceu? O médico que o tratou, ou a professora que secou suas lágrimas? Houve uma mão segurando a sua no funeral? Outra em seu ombro durante a prova? Um aperto de mãos dando-lhe as boas-vindas a seu novo trabalho? Uma oração pastoral por cura? Não conhecemos o poder de um toque divino?

Acaso não podemos oferecer o mesmo?

Muitos já o fazem. Alguns têm o toque curador do próprio Mestre. Usam suas mãos para orar pelos doentes e ministrar aos fracos. Se você não está tocando-os pessoalmente, suas mãos estão escrevendo cartas, discando números telefônicos, amassando pão. Você aprendeu o poder do toque.

Mas alguns de nós tem tendência de esquecer. Nossos corações são bons; mas nossas lembranças são más. Não podemos esquecer quão significativo pode ser um toque. Temos medo de dizer coisas erradas, ou usar o tom errado de voz, ou agir erradamente. Assim que, para não fazê-lo incorretamente, não fazemos nada.

Não nos alegramos de que Jesus não tenha cometido semelhante erro? Se o seu temor de fazer algo errado o previne de fazer alguma coisa, tenha presente a perspectiva dos leprosos do mundo. Não são rabugentos. Não são melindrosos. Simplesmente estão sozinhos. Estão anelando um toque divino.

Jesus tocou os intocados do mundo. Você fará a mesma coisa?

"E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra, e não cumpridor, é semelhante ao homem que contempla ao espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e vai-se, e logo se esquece de como era" Tiago 1:22-24, ACF

Extraído do livro Simplesmente Como Jesus de Max Lucado

Por Litrazini
http://www.kairosministeriomissionario.com/

http://www.reflexoesevangelicas.com.br/2013/07/o-poder-do-toque-divino.html

quinta-feira, 11 de julho de 2013

6 maneiras de alavancar sua vida devocional


http://www.1888mammoth.com/Images/Mountain%20Region.jpgHá momentos em que, por qualquer motivo, a nossa vida devocional fica estagnada. A leitura bíblica parece ser uma tarefa colossal, nossas orações ficam mornas e fracas, e nosso amor por Deus diminui. Sentimos que estamos presos em uma rotina espiritual, como se não tivéssemos nenhuma tração na alma, como se estivéssemos apenas girando em nossas rodas espirituais.
Estes tempos de estagnação podem ser incrivelmente frustrantes e desanimadores.


Você está em uma rotina espiritual? Aqui vão algumas dicas práticas para inflar sua vida devocional de novidade e vigor.

Ore! Ore! Ore!
Todas as dicas práticas no mundo não farão um pingo de diferença se Deus não agir poderosamente em seu coração. Deus não pode ser controlado. Ele não é um gênio pessoal que pode ser convocado ao seu comando. Ele não pode ser resumido ou contido em uma simples fórmula. Mas, ele promete responder nossas humildes petições. Ele é um bom pai que ama dar boas dádivas aos seus filhos. Em Lucas 11.13, Jesus disse:
Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?
Deus ama nos dar o Espírito Santo, mas temos de pedir! Se a sua vida devocional está estacionada, humildemente confesse sua frieza de coração a Deus e peça-lhe para soprar uma afeição incandescente em você.
Leia um livro
Ver os esplendores de Deus pelos olhos não turvados de outra pessoa pode ser extremamente útil. Uma das maneiras de ver Deus através dos olhos de outra pessoa é ler um livro. Muitas vezes nossa visão de Deus está confusa e obstruída pelas circunstâncias da vida. Ler um livro nos permite estar sobre os ombros de alguém e ver acima de toda a confusão. Se a sua vida devocional é fraca e obstruída, faça uma pequena pausa em sua leitura regular da Bíblia e passe algum tempo saboreando um bom livro.

Leia os Salmos
Os Salmos são uma seção intensamente devocional das Escrituras. Os autores dos Salmos experimentaram os altos e baixos da vida e se encontraram com Deus no meio desses altos e baixos. Eles experimentaram a fidelidade de Deus nos tempos de seca e nas temporadas de fertilidade. Se está faltando robustez em sua vida devocional, tente gastar algum tempo nos Salmos.

Inicie um plano de leitura bíblica
Muitas vezes nossas devoções não têm solidez porque não as planejamos adequadamente. Vagamos de versículo a versículo, lendo um pouco aqui, um fragmento dali, mas nunca fazendo um progresso real através da palavra de Deus. Se isso descreve suas devoções, talvez você precise de um plano de leitura bíblica para coloca-lo no caminho. Se a sua vida devocional está sem direção tente iniciar um plano de leitura da Bíblia.
Abandone seu plano
Alguns de nós gostamos de planos um pouco demais. Gostamos de fazer listas e, em seguida, riscar os itens delas. Gostamos da sensação de progresso, de avançar, de terminar algo. Aplicamos o nosso amor em planos para a leitura bíblica e, assim, lemos a Bíblia todos os anos como um relógio preciso. Isso é uma coisa boa, não me interpretem mal. Mas há momentos em que precisamos abandonar nosso plano e simplesmente acalmar nossa leitura da Bíblia. Para nos deliciarmos e saborearmos um capítulo ou uma seção, ou apenas um versículo. Se estiver sentindo sua vida devocional muito rígida e dura, tente abandonar seu plano por um tempo.

Mude seus métodos
A maioria de nós lê a Bíblia. Afinal, a Bíblia é um livro e os livros são feitos para serem lidos. Sem argumentos meus aqui. Mas lembre-se, uma parte significativa das escrituras foi originalmente destinada a ser ouvida. As cartas apostólicas eram lidas em voz alta nas igrejas. Os Salmos eram lidos em voz alta nas sinagogas. A Escritura era para ser tanto lida quanto ouvida. O site Bíblia Online permite ouvir a Bíblia em vez de lê-la. Se sua vida devocional está tornando repetitiva, tente ouvir a palavra de Deus. Faça anotações enquanto ouve.
De todas essas dicas, a primeira é a mais importante. Você pode fazer todas as coisas certas e, ainda assim, se Deus não trabalhar poderosamente em sua vida nada vai acontecer. No entanto, eu sei que Deus quer que suas devocionais sejam significativas. Ele quer que você tenha uma vida devocional alegre, vibrante. À luz dessa verdade gostaria de encorajá-lo a experimentar em oração essas diferentes sugestões.
Não se contente com uma vida espiritual medíocre. Aprofunde-se Deus. Ele quer conhecê-lo.
Stephen Altrogge / Traduzido por Josie Lima | iPródigo 
Por Litrazini

Graça e Paz
Moacir Neto - Lidiomar Trazini http://www.reflexoesevangelicas.com.br